CDC - Consultoria, Educação e Esporte

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

ESPORTISTAS DE FIM DE SEMANA

Sedentários que decidem praticar atividades físicas esporadicamente podem sofrer sérias consequências cardíacas. Com a chegada dos dias mais quentes e também das férias e feriados de fim de ano, a prática esportiva fica mais frequente, inclusive para as pessoas mais sedentárias, que acabam se arriscando em uma partida de futebol, uma caminhada mais longa e até um vôlei ou frescobol na praia. Apesar de fundamental para a prevenção cardiovascular, a prática de atividade física nestas situações pode oferecer riscos ao coração se realizada sem os devidos cuidados. “Mesmo quem não tem problemas no coração, independentemente da idade, pode desenvolver uma arritmia se fizer um esforço maior que a sua capacidade física habitual”, afirma o cardiologista dr. Paulo Moreira, presidente da Regional Marília da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).
Segundo ele, um jovem que está há algum tempo sem fazer exercício e recomeça repentinamente também corre risco de sofrer algum evento cardíaco, mas as chances são menores do que para alguém com 60 anos, por exemplo. Não só a idade, mas o tempo que permaneceu parado também interfere - quanto maior o período de sedentarismo, maior deve ser o cuidado. “Há algumas doenças, não tão frequentes, mas também não raras, que, com esse esforço físico maior, podem causar morte súbita. São as síndromes elétricas, como as canalopatias e a miocardiopatia hipertrófica. Se a pessoa já tiver um histórico familiar para alguma dessas doenças, as chances aumentam”, alerta o dr. Moreira.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

HEPATITE C

Hepatite C atinge de 2 a 3 milhões da população brasileira.
A Hepatite C é uma doença infecciosa que atinge de 2 a 3 milhões de pessoas do Brasil. Essa doença se manifesta pelo contato direto do sangue com o agente transmissível, no caso o vírus da hepatite C (VHC). O vírus, após infectar o corpo, fica alojado principalmente no fígado, onde se reproduz e se perpetua.
De acordo com o Ministério da Saúde, 80% dos pacientes infectados pela hepatite C não conseguem eliminar o vírus, evoluindo para formas crônicas da doença, enquanto os 20% restantes conseguem eliminar o vírus dentro de um período de seis meses do início da infecção. As formas mais comuns de contrair essa infecção são por meio do compartilhamento de agulhas para uso de drogas injetáveis, aplicação de piercing ou tatuagens com material contaminado ou até por relação sexual.
Muitos portadores da hepatite C não aparentam sintomas. No entanto, algumas pessoas com o vírus podem apresentar sintomas como fadiga, náusea, febre, perda de apetite, dor de estômago e diarréia. Alguns também podem apresentar olhos e pele amarelados e urina amarela escura.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

DENGUE

Dengue: a solução está dentro de casa

Estamos em época de calor e chuvas – o que favorece a proliferação dos mosquitos vetores de doenças, como o Aedes aegypt, transmissor da dengue. Combater esse mosquito é papel de todos: governo, empresas, instituições e cidadãos.
Como a água sanitária é capaz de matar a larva do mosquito, ela desempenha um importante papel na luta contra a dengue. 10 ml de água sanitária diluídos em cada 1 litro de água são o suficiente para matar todas as larvas do Aedes aegypt em 24 horas, de acordo com pesquisas desenvolvida pela ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) a pedido da Abiclor (Associação Brasileira da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados). A entidade e suas associadas, especialmente as fabricantes de água sanitária, buscam divulgar medidas de prevenção simples, eficazes e de baixo custo, utilizando esse produto que a maioria das pessoas tem em casa.
Para eliminar as larvas, basta utilizar essa mistura em vasos de flores, pratinhos e plantas que acumulam água, como bromélias. Também se deve colocar água sanitária em pias, ralos, tanques e banheiras. Quando a família for viajar, deve colocar o produto no vaso sanitário e lembrar de deixá-lo fechado.

Faça sua parte:

Não deixe água acumulada em pneus, garrafas, baldes ou vasilhas.

Mantenhas as calhas limpas e desobstruídas.

Coloque água sanitária nos locais como pias, tanques e banheiras.

Jogue água sanitária nos ralos (quando for viajar, tampe os ralos e vasos sanitários).

Limpe a caixa d’água com água sanitária periodicamente e mantenha-a sempre fechada.

Esvazie ou trate a piscina com cloro.

Coloque areia ou água sanitária nos pratinhos das plantas.

Coloque a mistura de 2ml de água sanitária diluídos em 1 litro de água nos vasos de flor, que devem ser lavados com esponja e ter a água trocada periodicamente.
Lembre-se que a fêmea do Aedes aegypt deposita seus ovos nas paredes dos recipientes. É importante lavar com uma esponja os pratos de plantas, vasilhas de água dos animais de estimação e outros recipientes que contenham água.




REMÉDIO GENÉRICO

Os medicamentos genéricos têm conquistado cada vez mais espaço com os consumidores e também com as drogarias do país. Além de serem garantidos por lei com o preço no mínimo 35% mais baratos, os medicamentos genéricos têm melhor margem de lucro para as farmácias. Os genéricos são mais baratos por não necessitar de campanhas de divulgação e também pelo fato de ser um produto que não necessita de grandes investimentos para pesquisa e desenvolvimento.
Para as drogarias o genérico tem sido um forte produto de trabalho, no sentido de obter mais lucros. Para os consumidores a economia pode chegar, na prática, até a 50% em relação ao medicamento de referência, conhecido também por medicamento de marca. "Ainda existe um preconceito do consumidor sobre o genérico. Mas está cada vez mais fácil de trabalhar com ele por conta deste tabu estar caindo.

LEI ANTI-FUMO

Depois de muito tempo sem andamento, finalmente nesta quarta-feira, 2 de dezembro, devem ser votados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado três projetos de lei que restringem o uso de cigarro e outros derivados do tabaco em ambientes coletivos. As propostas alteram a Lei Federal 9.294/96, que proíbe o fumo em ambientes fechados, mas permite os chamados fumódromos.
O projeto na CCJ está sob relatoria da senadora Marina Silva e ainda precisa passar pela Comissão de Assuntos Sociais antes de seguir para a Câmara. A relatora deu parecer favorável ao projeto do senador Tião Viana, que proíbe fumar em qualquer espaço fechado, sem exceções. Dois outros projetos, que mantinham o fumo em áreas separadas para fumantes, foram rejeitados.
Para a Aliança de Controle do Tabagismo – ACT, a proposta do senador Tião Viana é correta, pois se ajusta à Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, tratado internacional de saúde pública assinado e ratificado pelo Brasil.
Segundo a diretora-executiva da ACT, Paula Johns, “não há qualquer dúvida de que os ambientes fechados livres de fumo são uma medida eficaz de proteção da saúde de toda a população, e em todos os países que adotaram tal prática, o número de internações por doenças cardíacas caíram em pouco tempo. Também não foram observadas perdas econômicas, como algumas associações de bares e restaurantes alegam”.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

MUDANÇAS AMBIENTAIS

Mudanças ambientais e suas repercussões na saúde humana.
Organização: Associação Médica Brasileira, Instituto Saúde e Sustentabilidade e Faculdade de Medicina da USP.
O encontro acontece no dia 28 de novembro, das 8hàs 13h, no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A idéia é chamar atenção para a saúde humana no contexto das mudanças ambientais.
Em reunião realizada em Copenhagen, Dinamarca, no início de setembro, a Associação Médica Mundial definiu a questão ambiental como o maior desafio da saúde pública no século XXI. O entendimento é o de que as mudanças climáticas e a poluição atmosférica serão as relevantes ameaças à saúde do homem nos próximos anos. A Associação Médica Brasileira esteve representada pelo dr. Paulo Saldiva, professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP.
A Conferência Doutores do Ambiente irá destacar a importância e a inserção da saúde humana na discussão de políticas públicas.


domingo, 22 de novembro de 2009

JOGOS ESTUDANTIS - FAM




Abertura dos jogos estudantis na quadra da Faculdade de Educação Física Montenegro.

DESNUTRIÇÃO

Combate à desnutrição faz déficit de altura cair mais de 75% em crianças.
Pesquisa do Ministério da Saúde aponta avanços, em 33 anos, no acesso à alimentação do brasileiro. País espera eliminar desnutrição entre 10 e 15 anos. O acesso à alimentação está aumentando a estatura das crianças brasileiras. O déficit de altura nas meninas menores de cinco anos, um dos principais indicadores de desnutrição, caiu 85% de 1974 a 2007. Entre os meninos, a redução foi de 77% no mesmo período. Pesquisa inédita Saúde Brasil 2008, do Ministério da Saúde, avaliou o crescimento da população e verificou que, caso o Brasil mantenha o ritmo, a desnutrição será praticamente nula entre 10 e 15 anos. Porém, isso não significa que, necessariamente, a população está se alimentando de maneira saudável. O mesmo estudo mostrou que o risco de obesidade vem aumentando no país, principalmente entre os jovens do sexo masculino.

MORTES INFANTIS POR DIARREIA

Brasil registra queda de 93,9% nas mortes infantis por diarreia.
Saúde Brasil 2008 revela que óbitos diminuíram de 32.704 para 1.988, entre 1980 e 2005. Outros quatro grupos de causas de óbitos em crianças apresentaram redução significativa no período. O número de mortes de crianças menores de um ano de idade por diarreia no Brasil caiu 93,9% em 25 anos – passando de 32.704, em 1980, para 1.988, em 2005. Com a redução, o problema deixou de ser a segunda causa de mortalidade infantil (24,3% em 1980) no país e passou para a quarta posição (4,1% em 2005), de um total de seis principais causas. No mesmo período, o número absoluto de mortes infantis caiu 71,3% - de 180.048 para 51.544. Os dados são referentes ao período de 1980 a 2005 e integram o estudo Saúde Brasil 2008, que revela tendência de queda na taxa de mortalidade infantil (TMI) em todo o país.

23/11 DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER INFANTIL

O câncer infantil, infelizmente, já é uma realidade. Mas, a boa notícia é que cerca de 70% dos casos podem ser curados.

Sobre a doença: Anos atrás, o câncer infantil era uma enfermidade potencialmente fatal, mas já é possível conseguir taxas de cura de até 70% dos casos. O dado é amplamente disseminado na literatura especializada, mas muitas vezes desconhecido por pacientes e familiares. Em geral, as crianças respondem melhor aos métodos terapêuticos atuais que os adultos. Assim, lutar para mudar as feições e o conceito desta moléstia na infância tornou-se primordial para médicos e pacientes, uma vez que a maior chance é a retomada da saúde. Manter a criança que tem câncer inserida na sociedade, com qualidade de vida, participação e direito à felicidade é uma atitude fundamental de respeito à vida e de contribuição para a evolução do tratamento. A oncologia pediátrica ou oncopediatria é a área da medicina que trata o câncer infantil e cresceu muito nas últimas décadas.